Alunos de Ensino Médio em geral têm muitas dúvidas sobre as profissões,
afinal, eles precisam optar por uma delas para prestar vestibular e se
profissionalizar em uma área específica e quem sabe fazer mestrado,
doutorado, etc. Para a carreira profissional ser um sucesso, antes mesmo
de iniciá-la é preciso conhecer profundamente sobre seus aspectos para
que, no futuro, a carreira escolhida não seja motivo de arrependimento.
Neste contexto vamos tratar da Profissão de Químico, o professor da
disciplina de Química poderá aproveitar o esclarecimento e aplicar
alguns conceitos sobre seu conteúdo em sala de aula.
O que o Químico faz?
O químico em seu exercício profissional colabora para a melhoria da
qualidade de vida, suas pesquisas desenvolvem produtos que usamos
diariamente. O profissional atua em várias áreas, dentre elas a de
biocombustíveis, conservação de alimentos industrializados, obtenção de
cosméticos, entre outras.
O químico trabalha através da análise das substâncias, identificando
suas propriedades, aplicações, características físico-químicas, etc.
Ao final da aula, aqueles que estavam com dúvidas sobre o profissional
devem tê-las esclarecido, e aqueles que apresentarem a predisposição de
seguir a carreira de Químico devem ter total apoio do professor. Esta
aula pode ser definitiva na vida do aluno, através dela ele poderá fazer
uma escolha para seu futuro, sendo assim, a maneira como a profissão
foi apresentada constitui fator decisório.
Existem inúmeros relatos de alunos que se decidiram pela vida
profissional pela motivação que seus professores transmitiam em sala de
aula. Por exemplo: um ótimo professor de Português, que se sente
realizado profissionalmente, exerce uma grande influência para que seus
alunos sigam a mesma carreira escolhida por ele.
O professor ficará gratificado se ao final da aula os alunos chegarem à
seguinte conclusão: A Química é uma ciência apaixonante!
Por Líria Alves
Graduada em Química
Equipe Brasil Escola
Bem-vindos ao mais atualizado e inovador blog de aprendizado.Confira e aprenda de um modo dinâmico e divertido a mais temerosa QUÍMICA.
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sábado, 16 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
A QUIMICA DO FOGO DE ARTIFICIO
Alguns materiais podem emitir luz quando excitados. Isso ocorre quando os elétrons dos átomos absorvem energia e passam para níveis externos (maior energia), e ao retornar para os níveis de origem (menor energia), liberam a energia absorvida na forma de um fóton de luz. Temos então a luminescência, como o fenômeno é chamado.
A luminescência é usada, por exemplo, na produção dos fogos de artifício. Para entender a química presente nestes dispositivos precisamos entender um pouco da estrutura dos mesmos.
Os foguetes contêm um cartucho de papel no formato de cilindro recheado de carga explosiva. Esta carga diz respeito ao propelente, o responsável por disparar os fogos.
A pólvora negra é um dos propelentes mais utilizados, possui em sua composição uma mistura de salitre (nitrato de potássio), enxofre e carvão. Perclorato de potássio (KCLO4) também pode ser usado como propelente.
Para deixar os fogos de artifício coloridos, os fabricantes misturam à pólvora sais de diferentes elementos para que, quando detonados, produzam cores diferentes. Agora você já sabe dos segredos que compõem a linda explosão de cores admirada em momentos especiais, como por exemplo, nas festas de Réveillon.
Vejamos alguns dos compostos responsáveis pela coloração dos fogos:
Laranja: os sais de cálcio são responsáveis por esta coloração em foguetes.
Vermelho: a cor rubra surge da queima de sais de Estrôncio ou carbonato de Lítio.
Amarelo: obtido pela queima de Sódio.
Prata: o espetáculo da “chuva de Prata” é produzido pela queima de pó de titânio, de alumínio ou magnésio.
Dourado: o metal ferro presente nos fogos de artifício confere o tom de Ouro.
Azul: o aquecimento do metal cobre nos faz visualizar a cor azul.
Roxo: a mistura de Estrôncio e Cobre dá origem a essa bela cor.
Verde: a queima de Bário faz surgir o verde incandescente.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Curiosidades: As bases no cotidiano
Bases são substâncias que, em solução aquosa sofrem dissociação liberando o ânion OH- (Hidroxila). Quando fundidos ou em solução aquosa podem conduzir corrente elétrica, as bases fortes nesse meio originam muitos íons, assim conduzindo bem a corrente elétrica, já as fracas conduzem pouca eletricidade.
No cotidiano encontramos alimentos alcalinos (base), por exemplo, o leite, tomate, legumes, frutas entre outros nutrientes, a digestão desses alimentos auxilia no controle e equilíbrio acidobásico em nosso organismo.
Encontramos também as bases nos produtos de higiene doméstica, como o detergente, alvejantes, sabões entre outros. No entanto substâncias básicas podem ser perigosas, como o hidróxido de sódio.
Uma base é considerada forte ou fraca de acordo com o seu grau de dissociação (α). Bases fortes são as que dissociam muito, aproximadamente 100%, mas se o valor for menor ou igual a 5% a base é considerada fraca.
mundo-da-quimica-bases
Exemplos de bases fortes e fracas:
Bases fortes: Bases dos metais alcalinos (Na (OH)2, KOH, CsOH) e de alguns metais alcalinos-terrosos ( Ba(OH)2, Ca(OH)2).
Obs.: O Hidróxido de magnésio (Mg(OH)2) é uma exceção, sendo uma base fraca.
Bases fracas: O hidróxido de amônio (NH4OH) e as bases dos demais metais (das famílias 13,14 e 15).
Bases que encontramos no dia-a-dia:
O hidróxido de amônio (NH4OH)
É uma solução de amônia ou amoníaco, uma de suas utilizações é para descolorir cabelos.
A amônia (NH3) é um gás incolor de odor forte, ela também é usada na fabricação de sais de amônio que é utilizado como fertilização na agricultura, e na fabricação de produtos de limpeza doméstica.
Hidróxido de sódio ou soda cáustica (NaOH)
É a base mais importante e utilizada na indústria e no laboratório, assim como na fabricação de sabão, papel, corantes entre outros produtos. A soda cáustica é corrosiva por isso deveremos manuseá-la com muito cuidado.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
A Química do Champagne
É difícil imaginar uma comemoração especial e principalmente Ano Novo sem um brinde com um espumante. Muitos se habituaram a chamar espumantes de Champagne, mas nem todos são. O Champagne é o vinho espumante feito exclusivamente na região de Champagne, na França, é necessário que o vinho respeite regras bem definidas para ter esta denominação. Fora desta região, eles são chamados de espumantes ou de outros nomes.
O que é um espumante?
É nome genérico para todo vinho que passa por duas fermentações, produzindo etanol(CH3-CH2-OH) e dióxido de carbono(CO2).
Ele pode conter mais de 600 compostos químicos diferentes.
Como ocorre essas fermentações?
A primeira fermentação é a alcoólica, reação química que transforma os açúcares da uva em álcool.
A segunda acontece quando são adicionados açúcares e leveduras, da qual resulta o dióxido de carbono, que se dissolve no líquido.
Esta bebida obedece à Lei de Henry (A solubilidade de um gás dissolvido em um líquido é proporcional à pressão parcial do gás acima do líquido), ou seja, em uma garrafa fechada de champagne, o dióxido de carbono dissolvido no vinho está em equilíbrio com o gás entre a rolha e o líquido.
Ao abrir a garrafa o equilíbrio se desfaz, a pressão do gás acima do líquido diminui e a concentração do dióxido de carbono na bebida também diminui, formando as borbulhas.
Algumas dicas
- Nunca colocar espumantes no congelador, a pressão dentro da garrafa pode fazer com que ela exploda, o correto é colocar a bebida em um balde de gelo com água durante 30 a 40 minutos, para que a temperatura seja distribuída uniformemente.
Espumante
- Inclinar o copo para servir a bebida pode preservar o dobro do dióxido de carbono.
- Ao servir garrafa deve estar bem fria e não ter sido chacoalhada, ao contrário, mais gás dissolve no líquido aumentando a pressão e ao abri-la o liquido é liberado na forma de um jorro de espuma.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
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